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FATOR HUMANO: UM ASPECTO INDISPENSÁVEL DA QUALIDADE VOLDA

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Muito tem se discutido sobre humanização nas empresas e a integração entre a geração de valor econômico e sua preocupação com a responsabilidade social. Esse debate é importante para que a sociedade saiba como as companhias estão lidando com essas questões na prática.

 Um exemplo de como esses aspectos contribuem para a formação de uma cultura organizacional sólida nas empresas ocorre com a Volda, cuja busca pela qualidade não é algo que se restringe somente aos seus produtos, mas sim a toda uma gama de fatores, dentre os quais estão incluídos aqueles responsáveis por todo o funcionamento da empresa: os profissionais. 

 Desenvolvimento em três eixos

A partir dessa visão, a empresa tem buscado adotar diversas medidas que se alinhem com os princípios ESG, (sigla em inglês para environmental, social and governance ou ambiental, social e governança em português), que consiste em um conjunto de boas práticas e padrões cujo objetivo é medir o quanto uma empresa é dedicada a esses três temas.

 A fim de estabelecer um direcionamento eficaz nessas ações, a Volda passou a pautar as suas iniciativas inspirada pelos 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas). Esses itens fazem parte de um plano de ação global que busca a criação e implementação de políticas públicas para combater grandes problemáticas sociais.

 Com esses parâmetros definidos, a Volda, por meio da sua equipe de Fator Humano (FH) analisou toda a organização do seu time e sua estrutura de produção com o objetivo de implementar medidas que fortalecessem a responsabilidade social da empresa e valorizassem os seus profissionais.

 Luana Loureiro, integrante do FH da Volda, destaca que essa visão diferenciada da empresa influenciou inclusive na escolha do nome do setor responsável pela gestão de pessoas na companhia:

 “Nós entendemos que recursos são partículas que têm início, meio e fim. Pessoas não são recursos, mas sim fatores que são potencializados através de capacitação e de treinamento”, declara.  

 Oportunidades de crescimento profissional

Uma das primeiras ações adotadas nesse sentido foi a criação do programa de Bolsas de Capacitação, que visa patrocinar o estudo de profissionais para que possam agregar conhecimentos e se desenvolver no ambiente de trabalho.  

De acordo com o FH da Volda, a necessidade da criação do programa surgiu a partir da constatação de que a maioria dos profissionais que trabalhavam em cargos mais baixos na empresa não tiveram oportunidade de continuar os seus estudos e nem de se qualificarem profissionalmente devido a questões financeiras.

 O programa concede bolsas para cursos de graduação, pós-graduação, MBA, tecnólogo ou técnico, chegando a patrocinar até 70% do custo dos estudos. Em alguns casos, esse benefício pode chegar a 100%, caso a empresa necessite com urgência de um profissional capacitado em determinada área, já que faz parte da cultura organizacional da Volda buscar pessoas dentro da própria companhia para ocupar novos cargos.

 A implementação dessa medida proporcionou que muitos profissionais pudessem ser promovidos para cargos que exigissem maior qualificação, como é o caso de grande parte do setor administrativo da Volda, que atualmente é composto por pessoas que antes trabalhavam no setor de logística. O benefício é concedido para até quatro profissionais por ano, mas em 2022 a Volda vai aumentar esse número para seis profissionais. 

 Promovendo a diversidade

 Promover a diversidade como parte da sua cultura organizacional também é uma das preocupações da Volda. Um exemplo disso ocorreu ao longo dos anos, com o empenho da empresa em aumentar o número de profissionais mulheres, já que, em seu início, a companhia contava apenas com profissionais do sexo masculino. Por meio do trabalho desenvolvido pela equipe do FH, a Volda conta hoje com 30% do seu quadro de funcionários composto por mulheres, inclusive no setor de logística.

 Em julho, a Volda, em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), realizou uma pesquisa junto aos profissionais da empresa sobre questões relacionadas à diversidade de gênero. Os dados servirão como base para a elaboração de futuras políticas de diversidade e inclusão na empresa.

 Luana Loureiro, do FH da Volda, explica como a construção de uma cultura organizacional que preza pelo bem-estar dos seus profissionais reflete diretamente na produtividade da empresa:

“Esse olhar humano para a gestão de pessoas é o que faz os indicadores de rotatividade serem baixíssimos, além de ter profissionais que trabalham felizes, com zelo pelo negócio e foco na satisfação do cliente”, conclui.

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